No dia 21 de julho, o mundo registrou um novo recorde histórico de temperatura. De acordo com o Serviço de Alterações Climáticas Copernicus, a temperatura média global do ar à superfície atingiu 17,09 graus Celsius. Assim, superando o recorde anterior de 17,08 graus estabelecido no ano passado.
Contudo, esse recorde traz uma grande preocupação sobre as mudanças climáticas do mundo. Desde junho de 2023, todos os meses foram os mais quentes já registrados, comparados aos meses correspondentes em anos anteriores.
Dessa forma, houve uma sequência de 13 meses de temperaturas recorde, assim, mostrando a gravidade das mudanças climáticas e seus impactos no planeta.
De acordo com a agência Reuters, cientistas indicam que 2024 pode superar 2023 como o ano mais quente da história. O fenômeno El Niño, que terminou em abril, contribuiu para o aumento das temperaturas globais.
El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico, influenciando os padrões climáticos globais e resultando em temperaturas mais altas.
As temperaturas recordes têm consequências significativas para o meio ambiente e para a vida no planeta. Por isso, o aumento das temperaturas globais está associado a uma série de efeitos adversos, incluindo:
Os recordes de temperatura alertam sobre a necessidade urgente de ações climáticas eficazes. Por isso, governos, organizações e indivíduos devem intensificar esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Dessa maneira, promover o uso de energias renováveis e adotar práticas sustentáveis. A adaptação às mudanças climáticas também é crucial para mitigar seus impactos inevitáveis.
Imagem de Capa: Canva
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