Categories: Reflexão

“Ali onde chorei, qualquer um chorava, a volta por cima que dei, quero vem quem dava”

Quem nunca levou uma rasteira ou foi traído por alguém que nem podia imaginar? Quem nunca teve o coração partido, esmagado por aquela pessoa que tanto amava? Quem nunca se iludiu com uma mudança, um emprego e até um sonho e teve as expectativas frustradas, trituradas?

Sim, TODOS NÓS já passamos por desilusões baratas, decepções dolorosas e tombos que nos deixaram bastante machucados a ponto de querer ir embora, desistir de tudo.

Algumas dessas experiências nos jogam no chão ou na cama por dias, meses, matam até a última esperança na civilização, quiça na existência. Somos humanos e passíveis de sentimentos.

Essa sensibilidade frágil dói mesmo, e muito, quando levamos uma pancada no estômago, da vida.

Mas isso é imutável. Não podemos evitar que as pessoas sejam egoístas, interesseiras, traiçoeiras e malvadas. Não temos o controle sobre suas escolhas e atitudes, sobre sua ingratidão com nossos bem-feitos. Nem com as mentiras que insistem em contar ou com as intrigas que geram com fácil crueldade. E acontece diariamente. É parte do mundo em que vivemos e nunca poderemos forçar alguém que não liga para nossos sentimentos a nos fazer bem.

Entretanto, podemos fazer de uma experiência negativa um grande aprendizado. Como? Reavaliando nossos passos, quais foram em falso, quais foram acertados e levar para as próximas vivências. Precisamos fazer um mea-culpa, aceitar nossos erros ou a nossa ingenuidade por confiar em quem não devia. Isso é garantia de que não nos farão mal novamente? Não, não é. Porque como já dito não controlamos o comportamento das pessoas. Porém, podemos aprender com a queda e nos tornar mais fortes, mais resilientes e, em vez de cair em depressão por causa dos outros, dar a volta por cima e mostrar com um ímpeto seguro e um caráter generoso quem é quem.

Então, quando alguém lhe fizer mal, não fique mal, não dê esse gostinho ao seu inimigo, porque a pessoa que lhe feriu, por si só, já é inferior. E não há nada que você possa fazer em relação a essa realidade já consumada. Apenas agarre essa superioridade da sua alma. Segure firme nos seus valores. Seja pura determinação e dê o troco através da pessoa fantástica que existe dentro de você sendo MUITO FELIZ. Porque cada alegria vivida após uma decepção é um tapa de luva de pelica em quem nos fez mal. Cada sonho realizado é uma facada nos corações maldosos, nas mentes perversas e nos sujeitos infelizes.

Quando uma pessoa lhe faz mal, revela o desvalor dela mesma, não o seu. Portanto, não se deixe entristecer, sinta orgulho de si mesmo por entender que você seria incapaz de fazer tal maldade. Então, levante, sacuda a poeira e vire a mesa sem jamais esquecer dessas palavras:

“Ali onde eu chorei, qualquer um chorava, a volta por cima que dei, quero vem quem dava.”

Por: Luciano Cazz

Imagem de capa: Reprodução

Luciano Cazz

Ator e escritor. Autor do livro "A tempestade depois do arco-íris"e do blog Inspirando Luz.

Recent Posts

Bigode feminino: Nova tendência que pode redefinir padrões de beleza das mulheres

Nos últimos anos, o universo da moda e da beleza tem passado por transformações significativas.…

14 horas ago

O significado oculto do emoji de “Bola 8”: Alerta para pais e responsáveis

Com o avanço da tecnologia, a nossa forma de comunicar também mudou. Os emojis se…

14 horas ago

Como viajar no tempo usando o Google Maps: Volte ao passado com um clique

Você já imaginou poder voltar no tempo e ver como era sua casa, sua rua…

14 horas ago

Médico choca fãs ao explicar diagnóstico de Wesley Safadão: “Não há cura”

Em outubro do ano passado, o cantor Wesley Safadão, de 36 anos, precisou fazer uma…

15 horas ago

Idosa de 76 anos fica arrasada ao perceber que deixou bilhete de loteria premiado de US$ 2,5 milhões dentro de jaqueta que doou

Uma mulher de 76 anos da Pensilvânia, EUA, ficou arrasada ao perceber que sua tentativa…

15 horas ago

Jovem de 14 anos impressiona ao desenvolver app capaz de detectar doenças cardíacas em apenas 7 segundos

Com apenas 14 anos de idade, o prodígio indiano-americano Siddharth Nandyala está transformando o diagnóstico…

16 horas ago