A NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA) prevê uma temporada de furacões extraordinária no Atlântico para 2024, com até sete grandes furacões de categoria três ou superior.
A previsão é impulsionada por temperaturas recordes da superfície do mar e mudanças climáticas regionais.
Portanto, a NOAA alertou que o Atlântico Norte pode enfrentar até sete grandes furacões de categoria três ou superior este ano, um número muito superior à média usual de três grandes furacões por temporada.
Desse modo, é esperado de 17 a 25 tempestades tropicais nomeadas, das quais entre oito e 13 podem se tornar furacões, e até sete podem ser de grande porte.
Por causa do aumento das temperaturas da superfície do mar, principalmente na principal região de desenvolvimento de furacões no Atlântico tropical, há um aumento de energia para o crescimento das tempestades.
A mudança climática, embora não aumenta necessariamente o número de furacões, está tornando os eventos mais intensos e trazendo chuvas mais pesadas.
A transição esperada do fenômeno El Niño para La Niña cria condições atmosféricas favoráveis ao desenvolvimento de furacões no Atlântico.
Desse modo, durante a fase de La Niña, há uma redução no cisalhamento do vento. Assim, podendo impedir a formação de furacões, facilitando assim o crescimento dessas tempestades.
Com o ar mais quente retendo mais umidade, a intensidade das chuvas durante os furacões aumenta, exacerbando os riscos de inundações.
Dessa maneira, as ondas de tempestade, exacerbadas pela elevação do nível do mar, representam um risco adicional significativo.
Um estudo recente sugeriu a possibilidade de introduzir uma nova categoria seis para furacões, dado o aumento na intensidade das tempestades devido ao aquecimento global.
Esta nova categoria ajudaria a alertar o público sobre os ciclones tropicais mais fortes, que são sem precedentes em termos de intensidade.
Imagem de Capa: Canva
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