Reflexão

Hetero casado e com filhos desafia normas de gênero com seu estilo único: Adora vestir saias

Um engenheiro de robótica e técnico de futebol americano de 63 anos, Mark Bryan, decidiu desafiar as normas de gênero. Desse modo, vem conquistando sucesso nas redes sociais após declamar o seu amor por saias e salto alto.

Em um mundo onde as profissões de engenharia e esportes muitas vezes são associadas a estereótipos masculinos, Mark está quebrando barreiras com sua abordagem única à moda.

Nascido nos Estados Unidos, Mark agora reside na Alemanha com sua esposa e três filhos. Apesar de seu casamento heterossexual durar 13 anos, sua escolha de vestuário tem surpreendido muitos.

Desde 2017, ele trocou os sapatos masculinos por saltos altos que combinam com seus ternos de escritório, e mais recentemente, incorporou saias em seu guarda-roupa diário.

Sucesso na web

Em suas redes sociais, uma publicação mostrando seu estilo viralizou e atraiu milhares de seguidores. Dessa forma, ele passou de um engenheiro robótico comum a uma sensação da moda, sendo entrevistado por revistas e estilizado por marcas renomadas.

Para Mark, a moda não deve ter gênero. Portanto, ele acredita que itens de vestuário como saias e saltos altos são vistos como femininos apenas por convenção social, e que podem se tornar masculinos quando usados por homens.

Dessa maneira, sua jornada rumo a esse estilo único começou há mais de quatro décadas. Durante sua juventude, experimentou usar saltos altos com sua então namorada.

Apesar das críticas e insultos que recebeu inicialmente, Mark persistiu em sua escolha de vestuário, encontrando conforto e confiança em sua própria expressão pessoal. “Roupas e sapatos não devem ditar a vida de uma pessoa, orientação sexual ou gênero”, afirma.

Mark reconhece seu privilégio em poder se vestir como deseja sem enfrentar a violência e o preconceito que muitos da comunidade LGBTQIA+ enfrentam diariamente. Sua esposa e filha apoiam sua escolha de vestuário, destacando a importância do apoio familiar na jornada de autoexpressão de cada indivíduo.

“Quando chegamos ao ponto em que não anexamos uma referência de gênero a uma peça de roupa, é aí que as roupas se tornam sem gênero”, finalizou.

Imagem de Capa: Mark Bryan

Sábias Palavras

Relaxa, dá largas à tua imaginação, identifica-te!

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