Lexie Comeau-Drisdelle é uma menina de apenas 9 anos que sofre de paralisia cerebral, não podendo por isso falar ou até andar. Ainda assim, conseguiu salvar o seu irmão mais novo de um ano, Leeland, de morrer afogado na piscina da família.
Ao ver o pequeno a saltar sozinho para a piscina, a menina percebeu de que este iria precisar de ajuda e foi então que fez a única coisa que podia para o salvar: gritar bem alto!
Estranhando o grito de Lexie, a família ficou logo em alerta, tendo a avó Nancy Comeau-Drisdelle corrido de imediato para junto da mesma de forma a tentar perceber o que se passava. Foi então que Nancy se apercebeu que o pequeno Leeland não estava por perto.
Lexia continuou a gritar e a apontar para a porta que dava acesso à piscina, até que a avó percebeu finalmente o que se estava a passar.
“Quando a minha mãe me contou o que estava a acontecer, rapidamente olhei pela janela e lá, na borda da piscina, vi a cabecinha dele”, disse Kelly Jackson, a mãe de Lexie. “Entrei em pânico e a minha mãe rapidamente correu na direção dele e o puxou para fora.”
Apesar de não ter passado de um grande susto, Leeland acabou por ir na mesma para o hospital por precaução.
“Naquele momento, foi tão assustador. Nós pensámos que não ia acabar bem. Nós abraçamos-lo um milhão de vezes. Em dois segundos uma vida pode mudar e estamos agradecidos por Lexie ter sido tão rápida em alertar-nos”, disse Jackson à CNN .
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“Tu não precisas de andar, falar e teres todos os teus sentidos. Podes fazer-te ouvir, e ainda podes ajudar. E sim, ela salvou a vida dele”, completou a avó.
Este seu acto corajoso valeu-lhe um reconhecimento por parte do Conselho Regional de Halifax e outra do departamento de polícia da sua cidade.
Heroes come in all sizes. It was a real pleasure to recognize young Lexi for alerting her mom when her toddler brother made a dash for the pool. @TonyMancini_NS pic.twitter.com/EFaIbBo3Wv
— Office of the Mayor (@MikeSavageHFX) 4 de julho de 2018
“Algumas pessoas pensam que, por terem uma deficiência, estas pessoas não são capazes de fazer as coisas, mas se ela (Lexie) pudesse andar, ela o teria agarrado e ele nunca teria ido lá. A sua deficiência é basicamente física. Ela é uma menina muito inteligente.”, terminou a mãe.
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