Categories: Reflexão

Precisamos de atitudes sinceras e gente de alma bonita

Precisamos de atitudes sinceras… A vida bate muito. Ninguém está livre de apanhar. Assim como ela nos oferece tempos mais suaves, ela também nos dá a outra face. Nem sempre aguentamos o tranco. Nem sempre dá pra segurar. Quando vamos amadurecendo diante das consequências de nosso destino, vamos aprendendo a priorizar o que realmente é importante.

Paramos de nos sujeitar as coisas medíocres pequenas e rasas que insistiram em nos oferecer.

E aí a gente vai percebendo que com sequelas ou não, Deus nos colocou a prova muitas vezes, e que o nosso espírito lutou bravamente e chegou à conclusão de que é melhor esquecer a guerra dos outros e ser a própria paz.

De quantos náufragos nos salvamos. Quem já perdoamos. Quantas vezes perdemos a respiração num momento de entrega e paixão. Quem ficou ao nosso lado, quem se foi.

Vez em quando é normal e necessário fecharmos a porta por um tempo e colocarmos a placa de “Do Not Disturb” em nosso coração. Não precisamos de meias palavras, meio amor, meio quase ou meio talvez.

Toda inteireza é bem-vinda.

Não precisamos de exibicionistas. Não precisamos de quem nada faria por nós mesmo que pudessem. Precisamos de atitudes sinceras e gente de alma bonita. Precisamos sentir que somos amados através de um sorriso, um carinho, um Eu te amo que saia de dentro do coração.

A vida é assim. São fases, são tempos, são coisas que muitas vezes não conseguimos fugir. São coisas tão intensas e mágicas que não gostaríamos que terminassem. Se tudo fosse fácil e simples com certeza não haveria aprendizado.

A vida vem e mostra a cartilha. Estuda quem quer, aprende quem precisa.

Por: Sil Guidorizzi

Sil Guidorizzi

Sou Paulista, descendente de Italianos. Libriana. Escritora. Colunista em alguns sites. Escrever é se aprofundar na alma, é ir de encontro ao próprio eu. É onde sinto a capacidade de ir além. Meu primeiro Livro foi lançado em Fevereiro de 2016. Amor Essência e Seus Encontros pela Editora Penalux. O prefácio foi escrito pelo Poeta e Jornalista Fernando Coelho. A orelha escrita pelo Poeta e jornalista Ivan de Almeida. O básico do viver está no simples que habita em mim.

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