A educação escolar é essencial para o futuro de qualquer criança e adulto. Contudo, infelizmente, nem todas pessoas têm a sorte de poder estudar, seja por questões financeiras, ou qualquer outra razão, havendo mesmo quem nem saiba escrever e/ou ler.
Foi precisamente por essa razão que uma professora aposentada de 77 anos decidiu abrir as portas da sua casa para dar aulas gratuitas a adultos analfabetos.
“Apaixonada pela sua profissão, Eunir Alves Moreira de Faria preferiu ocupar o seu tempo livre a continuar a ajudar os outros (…)”
Apaixonada pela sua profissão, Eunir Alves Moreira de Faria preferiu ocupar o seu tempo livre a continuar a ajudar os outros, colocando assim um cartaz no portão da sua casa a oferecer alfabetização gratuita para adultos em Patos de Minas.
Logo no primeiro dia, a professora recebeu uma chamada de uma mulher interessada nas aulas que, ao confirmar que a oferta era verdadeira, começou a chorar de alegria ao saber que ia poder finalmente aprender a ler e a escrever.
“Isso me emocionou e me fez ter a certeza que o dinheiro não tem muito valor quando o assunto é educação. Proporcionar uma vida diferente ao outro, isso sim não tem preço”, disse a professora ao G1.
A sua oferta fez de tal forma sucesso que em pouco mais de uma semana, já tinha conseguido preencher todas as vagas, inclusive no período da noite, para poder ensinar as pessoas que trabalham durante o dia.
“Sinto a necessidade de ver pessoas lendo e escrevendo”, disse Eunir ao explicar o motivo desta sua decisão.
Para a professora, o trabalho social, apesar de não receber qualquer tipo de compensação monetária, satisfaz-lhe de outras formas. “Me sinto melhor como pessoa e ao mesmo tempo volto a fazer o que me dá prazer: dar aula. Como moro sozinha também é uma forma de estar sempre acompanhada”, ressaltou.
Para as aulas, a mulher disponibilizou duas mesas e dez cadeiras na varanda, além de uma cartilha ilustrada, que segundo Eunir, favorece a aprendizagem. Consiste em três volumes para um período de seis meses, para o aluno se desenvolver na leitura e na escrita, sendo apenas necessário que este compre um caderno, a borracha e o lápis. O processo é silábico e garante bons resultados.
Com esta fantástica iniciativa, Eunir espera inspirar outros professores aposentados a fazerem o mesmo.
“O mal espalha muito fácil, mas o bem nem sempre. É necessário sacrificarmos um pouco para ajudar o outro. Isso é ser humano e eu desejo sim ser um exemplo já que o Governo não dá a atenção que a educação merece”, concluiu.
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