Com o avanço da era digital, a dinâmica dos relacionamentos se transformou. Desse modo, traz à tona comportamentos e tendências que refletem o impacto das conexões virtuais.
Uma dessas tendências é a filofobia, o medo de se apaixonar ou de se comprometer emocionalmente. Esse fenômeno, que está crescendo na Europa, preocupa especialistas e impacta diretamente a saúde mental e os padrões de relacionamento.
A filofobia não é simplesmente desinteresse por relacionamentos. Trata-se de uma aversão irracional ao amor e ao estabelecimento de laços afetivos profundos.
Dessa maneira, as pessoas, que experimentam esse medo, frequentemente evitam compromissos românticos e justificam seu comportamento como uma “valorização da independência”.
De acordo com a psicóloga Elena Sanz, as origens da filofobia podem estar relacionadas a:
Embora muitos consigam levar uma vida normal, o problema se manifesta quando uma relação se torna mais séria. A partir disso, essas pessoas tendem a se afastar, assim, levantando barreiras emocionais difíceis de superar.
Com o crescimento dessa tendência na Europa, causa uma mudança significativa nos padrões de relacionamento, especialmente em países como a Espanha, conhecidos por seus fortes laços familiares.
Portanto, estudos indicam que o número de pessoas vivendo sozinhas está aumentando, assim como os relatos de solidão entre solteiros.
Desse modo, os solteiros frequentemente relatam dificuldades em avançar nos relacionamentos devido à resistência de seus parceiros em assumir compromissos. Esse comportamento tem criado um cenário em que laços emocionais profundos estão se tornando cada vez mais raros.
O medo de se apaixonar não afeta apenas os relacionamentos, mas também o bem-estar emocional de quem vive com filofobia. A falta de conexão pode gerar sentimentos de isolamento, ansiedade e tristeza.
No entanto, a filofobia pode ser tratada. A terapia psicológica é uma ferramenta eficaz para ajudar as pessoas a identificar as causas do medo e aprender a lidar com elas.
Com acompanhamento profissional, é possível desenvolver estratégias para superar os bloqueios emocionais e construir relacionamentos saudáveis.
Imagem de Capa: Canva
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